Ferramenta Gratuita 2026

Calculadora SS Trimestral 2026

Calcula exatamente quanto pagas de Segurança Social com base nos últimos 3 meses de faturação — com ajustamento opcional e verificação de isenção.

1. Faturação do trimestre

Os valores declarados agora determinam a SS a pagar em Jul, Ago, Set

Insere os valores de faturação bruta sem IVA. Se num mês não faturaste nada, coloca 0.

2. Tipo de atividade

Freelancers, consultores, programadores, designers, formadores — a maioria usa 70%

Recibos verdes — prestação de serviços como profissional liberal

3. Situação especial (opcional)

Apenas atividade independente a recibos verdes

Podes reduzir até -25% (menos SS, menos proteção) ou aumentar até +25% (mais SS, maior reforma futura). Ajustamento em intervalos de 5%.

Fórmula oficial 2026: 21,4% × 70% da faturação. IAS 2026: €537,13. Resultado tem caráter indicativo.

Queres perceber melhor como funciona a Segurança Social? O nosso guia completo explica a taxa de 21,4%, todas as isenções, os prazos e o que cobre a tua proteção social.

Como funciona o cálculo da Segurança Social trimestral

Ao contrário do que muitos freelancers pensam, a Segurança Social não é uma percentagem direta do recibo que emites. O cálculo tem quatro passos distintos — e o erro mais comum é assumir que pagas 21,4% de tudo o que faturaste. Não pagas. Pagas 21,4% de 70% da tua faturação, dividido por 3.

// Fórmula oficial SS 2026 — Art. 162.º a 168.º CRCSPSS

// PASSO 1 — Rendimento relevante

rendimento relevante = faturação trimestral × 70%

// (ou ×20% para produção e venda de bens)

// PASSO 2 — Base contributiva mensal

base mensal = rendimento relevante ÷ 3

// nunca inferior a 1,5 × IAS = €805,70/mês (se houve faturação)

// nunca superior a 12 × IAS = €6.445,56/mês

// PASSO 3 — Ajustamento opcional (±25%, intervalos 5%)

base ajustada = base mensal × (1 + ajustamento/100)

// não disponível para quem acumula com TCO

// PASSO 4 — Contribuição mensal

contribuição = base ajustada × 21,4%

// mínimo absoluto: €20/mês

// máximo: €6.445,56 × 21,4% = €1.379,35/mês

Exemplo real passo a passo — consultor com faturação variável

Um consultor freelancer faturou €4.200 em janeiro, €2.800 em fevereiro e €3.000 em março. Entrega a declaração trimestral em abril para o período jan–mar. Vamos calcular exatamente o que paga à SS nos meses de abril, maio e junho:

PassoCálculoResultado
1. Faturação trimestral€4.200 + €2.800 + €3.000€10.000,00
2. Rendimento relevante (×70%)€10.000 × 70%€7.000,00
3. Base contributiva mensal (÷3)€7.000 ÷ 3€2.333,33
4. Verificação mínimo (€805,70)€2.333,33 > €805,70 — não aplica mínimo€2.333,33
5. Sem ajustamento (0%)Base mantém-se€2.333,33
→ SS mensal (abr, mai, jun)€2.333,33 × 21,4%€499,33/mês
Total trimestral SS€499,33 × 3€1.497,99

Nota importante: esta contribuição é paga nos meses seguintes ao trimestre declarado. A declaração de abril (para jan–mar) resulta em contribuições pagas em abril, maio e junho — entre os dias 10 e 20 de cada mês. Ou seja, a SS que pagas este mês foi calculada com base na tua faturação de há 3 meses.

A base mínima de €805,70 — o que muitos freelancers não sabem

Existe uma regra que a maioria dos freelancers desconhece completamente: mesmo que a tua faturação tenha sido baixa, a Segurança Social aplica uma base contributiva mínima de 1,5 × IAS = €805,70/mês em 2026. Isto significa que se o cálculo normal da tua contribuição resultar numa base inferior a €805,70, és obrigado a pagar como se a base fosse €805,70.

// Impacto da base mínima — exemplo

// Freelancer com faturação trimestral baixa: €2.000

rendimento relevante = €2.000 × 70% = €1.400

base calculada = €1.400 ÷ 3 = €466,67/mês

base calculada (€466,67) < base mínima (€805,70)

→ aplica-se a base mínima de €805,70

SS mensal = €805,70 × 21,4% = €172,42/mês

// Sem a base mínima seria: €466,67 × 21,4% = €99,87/mês

// A base mínima aumenta a SS em €72,55/mês neste caso

Esta regra existe para garantir um mínimo de proteção social e contribuição para a reforma. A base mínima de €805,70 é 1,5 × IAS — sempre que o IAS sobe, a base mínima sobe automaticamente. Em 2025 era €783,75 (1,5 × €522,50). Em 2026 subiu para €805,70 (1,5 × €537,13).

⚠️ A base mínima não é o mesmo que o mínimo de €20

O mínimo absoluto de €20/mês aplica-se apenas quando não tiveste qualquer faturação no trimestre (declaras zero rendimentos). A base mínima de €805,70 aplica-se sempre que tiveste alguma faturação mas o cálculo resultaria numa base inferior. São duas regras diferentes para duas situações diferentes.

Quanto pagas de SS por nível de faturação — tabela de referência 2026

Para facilitar o planeamento, aqui está uma tabela de referência com a contribuição mensal esperada para diferentes níveis de faturação trimestral — assumindo prestação de serviços (70%), regime independente (21,4%), sem ajustamento:

Faturação trimestralFaturação mensal médiaBase mensal SSSS mensalSS trimestral
€0€0€20,00€60,00
€2.000€667€805,70 (mín.)€172,42€517,26
€4.000€1.333€805,70 (mín.)€172,42€517,26
€6.000€2.000€1.400€299,60€898,80
€9.000€3.000€2.100€449,40€1.348,20
€12.000€4.000€2.800€599,20€1.797,60
€18.000€6.000€4.200€898,80€2.696,40
€27.649+€9.216+€6.445,56 (máx.)€1.379,35€4.138,05

Nota: para faturações trimestrais entre €0 e €3.452 (base calculada inferior a €805,70), aplica-se sempre a base mínima de €805,70 e a contribuição fixa de €172,42/mês. Acima desse limiar, a contribuição cresce proporcionalmente com a faturação até atingir o teto de €1.379,35/mês.

O ajustamento ±25% — quando e como usar estrategicamente

Uma das funcionalidades menos conhecidas da declaração trimestral é a possibilidade de ajustar a base contributiva até ±25% em intervalos de 5%. Esta opção aparece diretamente na Segurança Social Direta depois de introduzires os rendimentos do trimestre — e pode fazer uma diferença significativa na tua tesouraria.

Quando reduzir (-5% a -25%)

Usa a redução quando prevês que o próximo trimestre vai ter faturação significativamente mais baixa — por exemplo, se tens férias planeadas, um projeto que vai terminar, ou uma época sazonal fraca. A redução de -25% pode representar uma poupança de €43 a €345/mês dependendo da tua base. Atenção: reduzir a base contributiva também reduz a tua proteção social e contribuição para a reforma.

Quando aumentar (+5% a +25%)

Usa o aumento quando queres reforçar a proteção social ou aumentar a contribuição para a reforma. Também faz sentido quando tiveste um trimestre muito bom mas queres evitar uma base contributiva muito alta nos meses seguintes — ao suavizar a base agora, evitas surpresas depois. O aumento é voluntário e não tem implicações negativas — simplesmente contribuis mais.

// Exemplo ajustamento -20% vs sem ajustamento

// Base mensal calculada: €2.000

Sem ajustamento: €2.000 × 21,4% = €428,00/mês

Com -20%: €2.000 × 0,80 = €1.600 base → €1.600 × 21,4% = €342,40/mês

Poupança: €85,60/mês = €256,80 no trimestre

// Atenção: reduz proteção proporcional se precisares de baixa médica

Quem está isento — as três situações de isenção em 2026

1.º ano de atividade — isenção automática de 12 meses

Quando abres atividade pela primeira vez nas Finanças, estás automaticamente isento de contribuições SS durante 12 meses. Não precisas de fazer nenhum pedido. A Segurança Social é notificada pela AT automaticamente. Atenção: durante este período não tens acesso a subsídio de doença, parentalidade nem reforma conta. Se quiseres proteção social desde o início, podes renunciar voluntariamente à isenção.

Acumulação com trabalho dependente — isenção parcial ou total

Se acumulas recibos verdes com emprego por conta de outrem, podes estar isento se reunires estas 3 condições: o teu salário mensal é ≥ €537,13/mês (1×IAS), o teu rendimento independente mensal médio é < €2.148,52/mês (4×IAS), e o empregador e o cliente dos recibos são entidades diferentes. Se o rendimento independente superar €2.148,52/mês, pagas SS apenas sobre o excedente. Esta isenção não é automática — tens de comunicar a situação na Segurança Social Direta.

Pensionistas de invalidez ou velhice

Os pensionistas de invalidez ou velhice estão isentos de contribuições SS sobre os rendimentos de atividade independente. A pensão já serve como base de proteção social.

O que cobrem as tuas contribuições de Segurança Social

Muitos freelancers veem a Segurança Social apenas como um custo. Na realidade, as contribuições que pagas garantem-te acesso a proteção social real — que pode valer muito mais do que o valor pago em contribuições num único evento de doença ou parentalidade.

PrestaçãoPrazo de garantiaValor
Subsídio de doença30 dias de contribuições + baixa médica55% a 75% da remuneração de referência
Subsídio de parentalidade6 meses de contribuições100% da remuneração de referência (120–150 dias)
Subsídio por cessação de atividade360 dias contribuídos em 24 meses65% da remuneração de referência (máx. €1.342,83/mês)
Pensão de velhiceCarreira contributiva completaDepende do total de contribuições ao longo da carreira

⚠️ O ajustamento -25% tem um custo invisível

Se reduzires a base contributiva em -25% sistematicamente para poupar na SS, a tua remuneração de referência para calcular o subsídio de doença e parentalidade também será mais baixa. Num evento de doença longa ou licença parental, a diferença pode ser de centenas de euros por mês. Usa a redução com consciência — não sistematicamente para minimizar custos.

Perguntas frequentes sobre a Segurança Social trimestral

Calendário completo 2026 — datas exatas da declaração trimestral

A declaração trimestral deve ser entregue até ao último dia útil de janeiro, abril, julho e outubro. Cada declaração cobre os rendimentos dos três meses anteriores e determina as contribuições a pagar nos três meses seguintes. Aqui estão todas as datas de 2026:

Mês declaraçãoPrazoRendimentos declaradosSS a pagar em
Janeiro 2026Até 31 jan 2026Out + Nov + Dez 2025Jan, Fev, Mar 2026
Abril 2026Até 30 abr 2026Jan + Fev + Mar 2026Abr, Mai, Jun 2026
Julho 2026Até 31 jul 2026Abr + Mai + Jun 2026Jul, Ago, Set 2026
Outubro 2026Até 31 out 2026Jul + Ago + Set 2026Out, Nov, Dez 2026

Regra importante: se entregares a declaração fora do prazo, ainda podes submetê-la até ao último dia útil antes do início do período declarativo seguinte. Por exemplo, a declaração de abril pode ser entregue em maio ou até ao último dia de junho. A declaração marcada como "fora de prazo" no sistema pode implicar coima, mas é sempre melhor entregar tarde do que não entregar de todo.

💡 Como entregar a declaração trimestral

Acede à Segurança Social Direta → Trabalho → Remunerações e Contribuições → Trabalhadores Independentes → Regime Declaração Trimestral → Registar Declaração Trimestral. Introduz os valores mês a mês (sem IVA), confirma o rendimento relevante e submete. Recebes imediatamente a confirmação com o valor das contribuições dos 3 meses seguintes.

Faturação irregular — como o sistema trimestral trabalha a teu favor

Uma das grandes vantagens do sistema trimestral é que suaviza automaticamente as variações de faturação. Se tiveste um trimestre muito bom seguido de um fraco, as contribuições do trimestre seguinte já refletem o período mais fraco — não o pico anterior. Isto é muito diferente de um sistema mensal onde cada recibo geraria uma contribuição imediata.

// Exemplo — freelancer com faturação sazonal

// Trimestre 1 (jan–mar): projeto grande

Faturação: €8.000 + €9.000 + €7.000 = €24.000

SS mensal abr–jun: (€24.000 × 70% ÷ 3) × 21,4% = €1.196,80/mês

// Trimestre 2 (abr–jun): período calmo

Faturação: €1.500 + €1.000 + €2.000 = €4.500

Base calculada: €4.500 × 70% ÷ 3 = €1.050 → aplica base mínima

SS mensal jul–set: €805,70 × 21,4% = €172,42/mês

// Poupança face ao trimestre anterior: €1.024,38/mês

Este exemplo mostra como o sistema responde à realidade do negócio. Num trimestre calmo pagas a contribuição mínima (€172,42/mês baseada na base mínima de €805,70), independentemente de quanto pagaste no trimestre anterior. Cada declaração trimestral é calculada de forma independente — não existe carryover de trimestres com faturação alta.

A implicação prática: se prevês um trimestre muito fraco, podes também usar o ajustamento de -25% para reduzir ainda mais a contribuição nesse período. E num trimestre muito forte, considera usar o ajustamento de -10% a -15% para guardar mais liquidez — sabendo que o próximo trimestre provavelmente terá uma contribuição mais ajustada à realidade.

O que acontece se não pagar ou não declarar — consequências reais

Não entregar a declaração trimestral e não pagar as contribuições são duas situações diferentes com consequências diferentes. Importa conhecê-las para entender o que está em risco.

Não entregar a declaração trimestral

Coima entre €50 e €250 (negligência) ou €100 a €500 (dolo). A Segurança Social fixa automaticamente a contribuição mínima de €20/mês para o trimestre seguinte — independentemente de quanto faturaste. Se faturaste muito, estás a declarar menos do que deves e isso pode criar inconsistências na tua carreira contributiva que afetam futuras prestações.

Não pagar as contribuições no prazo (dias 10–20)

Juros de mora a partir do dia seguinte ao prazo. Pagamentos com mais de 30 dias de atraso tornam-se infração grave — podem implicar cobrança coerciva (penhora de conta bancária). Impossibilidade de obter certidão de situação contributiva — necessária para crédito habitação, concursos públicos e candidaturas a apoios e financiamentos. Perda de acesso a prestações sociais (subsídio de doença, parentalidade).

Se estás com dificuldades para pagar

A Segurança Social tem mecanismos de regularização de dívida — podes pedir um plano de pagamentos prestacional na Segurança Social Direta. É sempre melhor regularizar do que ignorar. Quanto mais cedo contactares a SS, mais fácil é resolver a situação sem consequências graves.

Os 5 erros mais comuns na declaração trimestral

1

Inserir valores com IVA incluído

O erro mais frequente. A declaração trimestral exige sempre os valores de faturação sem IVA. Se declaras €1.230 (valor com IVA 23%) em vez de €1.000 (base sem IVA), estás a inflar a tua base contributiva em 23% — e a pagar SS a mais todos os meses durante o trimestre seguinte. Verifica sempre os recibos antes de somar os valores.

2

Não declarar em meses sem faturação

Muitos freelancers pensam que se não faturaram nada num trimestre, não precisam de fazer a declaração. Errado — a declaração é obrigatória mesmo com rendimentos zero. Basta indicar €0 nos três meses. Se não declarares, a SS aplica automaticamente €20/mês e podes receber uma coima.

3

Confundir o trimestre declarado com o trimestre pago

A declaração de abril declara os rendimentos de janeiro–março — mas as contribuições resultantes são pagas em abril, maio e junho. Muitos freelancers no primeiro ano ficam confusos com este desfasamento e calculam mal o impacto na sua tesouraria. Usa sempre a calculadora para simular antes de entregar.

4

Não usar o ajustamento em meses difíceis

Quando tens um trimestre fraco à vista, o ajustamento de -25% pode poupar-te €50 a €350 por mês nas contribuições seguintes. A maioria dos freelancers não sabe que esta opção existe ou como ativá-la. Na declaração trimestral, depois de introduzires os rendimentos, aparece a opção de "variação do rendimento relevante" — seleciona a percentagem de redução pretendida.

5

Não verificar a isenção por acumulação com TCO

Freelancers que também têm emprego por conta de outrem frequentemente continuam a pagar SS desnecessariamente por não terem comunicado a situação à Segurança Social. Se o teu rendimento mensal independente é inferior a €2.148,52 e o teu salário é ≥ €537,13/mês — podes estar isento. Esta isenção não é automática: tens de comunicar na Segurança Social Direta através do requerimento Mod.RC3001-DGSS.

SS vs IRS — qual pesa mais no orçamento do freelancer?

Esta é uma das perguntas que mais freelancers têm mas raramente encontram respondida com números concretos. A resposta surpreende muita gente: para a maioria dos trabalhadores independentes com faturação entre €15.000 e €40.000 anuais, a Segurança Social pesa mais do que o IRS.

Faturação anualSS anual estimadaIRS anual estimadoSS vs IRS
€12.000€2.069,04~€0 (mínimo existência)SS domina
€20.000€2.996,00~€800SS domina
€30.000€4.494,00~€2.200SS domina
€50.000€7.490,00~€8.500IRS ultrapassa
€80.000+€16.552,20 (máx.)€20.000+IRS domina

Para faturações até €45.000 anuais — que representam a grande maioria dos freelancers em Portugal — a Segurança Social é tipicamente o maior imposto individual que pagas. É por isso que a otimização da base contributiva (usando o ajustamento -25% em trimestres fracos) tem um impacto financeiro tão significativo. Uma redução de 25% na base contributiva num trimestre de faturação baixa pode representar mais poupança imediata do que qualquer dedução de IRS.

A regra de ouro é guardar 15% de cada recibo para a SS e 10–12% para o IRS — num total de 25% de cada recibo para impostos. Quem usa o simulador de rendimento líquido regularmente consegue planear com muito maior precisão quanto guardar de cada pagamento recebido.

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Última atualização: maio de 2026. Cálculos baseados em Art. 162.º a 168.º do Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social (CRCSPSS). Taxa contributiva 21,4% (trabalhadores independentes) e 25,2% (ENI). Rendimento relevante: 70% prestação de serviços, 20% produção e venda de bens. Base mínima: 1,5 × IAS 2026 (€537,13) = €805,70/mês. Base máxima: 12 × IAS = €6.445,56/mês. Contribuição mínima: €20/mês. IAS 2026: €537,13 (Portaria n.º 23/2026). Resultado tem caráter indicativo — confirma sempre na Segurança Social Direta.